Operação da Polícia Civil mira Luan Alves e ex-servidores por suspeita de corrupção

O vereador Luan Alves, MDB, ex-presidente da Agência Municipal de Meio Ambiente, Amma, e outros seis ex-servidores municipais foram alvos de mandados de busca e apreensão nesta quarta-feira durante a Operação Taxa Criminosa, da Polícia Civil. A investigação apura um suposto esquema de cobrança de propina para a liberação de alvarás temporários de funcionamento de atividades de entretenimento em Goiânia entre 2017 e 2022. Entre os alvos também está o ex-vereador Paulo Henrique da Farmácia, atual presidente da Goiás Turismo. Outros cinco investigados tiveram os sigilos bancário e fiscal quebrados.

Segundo a polícia, a apuração teve início após denúncia de um empresário, que relatou exigências de pagamentos, transferências, pix, depósitos e até serviços gratuitos para obter licenças para atrações como carretas de diversão, parque natalino e praça de alimentação. Os investigados podem responder por corrupção ativa, concussão e associação criminosa. Em nota, Luan Alves disse não ter acesso aos autos, afirmou desconhecer o teor da investigação e declarou estar à disposição para prestar esclarecimentos.

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