A eleição para a Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), prevista para fevereiro de 2027, mobiliza articulações intensas nos bastidores do Palácio Couto Magalhães. O deputado estadual Issy Quinan (MDB) contabiliza 22 adesões declaradas — número suficiente para garantir maioria absoluta no Parlamento de 41 cadeiras.
Apesar da vantagem numérica de Quinan, a definição do comando da Casa permanece aberta. Um bloco formado por sete parlamentares da base governista, liderado por Talles Barreto (União Brasil), trabalha na construção de uma candidatura alternativa de consenso.
Articulação politica e proposta de mudança regimental
O grupo alternativo busca unificar nomes em torno de um projeto coletivo e defende alterações nas regras eleitorais internas do Legislativo goiano.
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Fim da reeleição: Uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) em tramitação prevê vetar a recondução imediata do presidente da Alego.
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Consenso da base: Lideranças articulam o aval de nomes de peso da política estadual, como Ronaldo Caiado e Daniel Vilela, antes de formalizar a disputa.
Enquanto o emedebista prega a convergência pacificadora para manter a estabilidade no Parlamento, o bloco divergente aposta nas negociações de última hora para reconfigurar os apoios e alterar o cenário eleitoral até a votação oficial.

