A Comissão Especial de Inquérito da Limpa Gyn reagiu à exigência do consórcio responsável pela limpeza urbana de Goiânia.
A empresa condicionou a entrega de documentos a um contrato de confidencialidade e pediu mais 15 dias de prazo.
A vereadora Aava Santiago classificou a postura como “escárnio” e lembrou que os papéis tratam de serviço público pago com dinheiro público.
O vice-presidente da Câmara, Anselmo Pereira, afirmou que documentos da coisa pública não podem ter sigilo, mas depois defendeu cautela no armazenamento.
O vereador Pedro Azulão Júnior prometeu dar transparência aos documentos assim que chegarem, recusando assinar qualquer termo de silêncio.
O colegiado já havia dado prazo de cinco dias para entrega de contratos, relatórios e dados sobre o aterro.


