O prefeito Sandro Mabel afirmou, durante reunião no Ministério Público de Goiás, MPGO, que o plano de reestruturação do Instituto Municipal de Assistência à Saúde dos Servidores de Goiânia, IMAS, será testado por um ano e que, caso não apresente resultados satisfatórios, o Município poderá propor a extinção da autarquia. O projeto foi apresentado às promotorias como resposta às cobranças por mudanças estruturais no instituto.
O MPGO solicitou que o plano revisado, assinado por todos os representantes da Prefeitura, seja entregue até o dia 24 de novembro. A proposta inclui atualização da lei que regula o IMAS, modernização dos processos internos e fortalecimento dos mecanismos de controle.
A discussão ocorre em meio à grave crise financeira da autarquia, que acumula dívida estimada em R$ 226 milhões e enfrenta dificuldade para pagar prestadores, o que já afeta o atendimento aos servidores.
A reunião foi conduzida por promotores das Promotorias de Justiça da capital e do Centro de Autocomposição de Conflitos e Segurança Jurídica, Compor, dentro do inquérito civil que busca uma solução consensual para garantir a continuidade da assistência à saúde dos servidores municipais. Mabel reconheceu falhas históricas na gestão do instituto e disse que há problemas administrativos que precisam ser corrigidos


