55 trabalhadores foram resgatados em condições análogas à escravidão em uma propriedade rural de Cezarina, no sul de Goiás.
Segundo a investigação, as pessoas foram recrutadas nos estados da Bahia e de Minas Gerais para trabalharem na extração de palha de milho usada na fabricação de cigarros, com promessa de salários de seis a dez mil reais.
Inicialmente 150 pessoas foram convencidas a trabalhar. Devido às irregularidades do emprego, 95 foram embora, sobrando as 55 que permaneceram no local e não tinham recursos financeiros para a viagem de volta.
Além dos atrasos salariais, os trabalhadores enfrentavam falta de água potável e ausência de locais adequados para refeições.
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